Protegendo a saúde da comunidade em Paracatu

 

Para Kinross, a saúde e a segurança de nossos empregados e da comunidade em torno de nossa operação em Paracatu, no Brasil, e em todas as nossas minas ao redor do mundo, são de extrema importância. Levamos a nossa responsabilidade como um bom cidadão corporativo muito a sério e aderimos ao mais alto padrão de segurança, saúde e meio ambiente como parte do nosso compromisso e obrigação de operar dentro de limites regulamentares, tanto para a qualidade do ar e da água.

Assim sendo, a Kinross rejeita as afirmações irresponsáveis e capciosas feitas em histórias recentes da mídia sobre supostos efeitos na saúde causados pelo arsênio, que ocorre naturalmente em torno de nossa operação em Paracatu. Essas falsas acusações não são embasadas por fatos ou dados científicos respeitáveis. Ao contrário, estudos científicos realizados concluem, de forma definitiva, que:

  • As atividades de mineração não afetam significativamente na exposição total da comunidade de Paracatu ao arsênio, que é um elemento natural na área.
  • A exposição total ao arsênio está bem abaixo do nível seguro de referência estabelecida pela Organização Mundial de Saúde e é menor do que o risco associado ao consumo de água potável com níveis seguros de arsênio.
  • Confirma-se a baixa biodisponibilidade de arsênio nas partículas de ar e sedimentos, o que significa que o elemento se encontra numa forma que não pode ser facilmente absorvida pelo organismo humano.

Dentre os diversos estudos temos:

  • Um relatório de 2013 redigido por respeitados pesquisadores do Centro de Tecnologia Mineral, CETEM.
  • Um estudo de 2010-2014 realizado por um grupo de especialistas mundiais da Universidade Federal de Minais Gerais e da Universidade de Queensland, na Austrália, incluindo o Professor Jack Ng, líder em toxicologia ambiental que ajudou a definir padrões de segurança para o arsênio nos alimentos a pedido da Organização Mundial de Saúde. Professor Massimo Gasparon, um geoquímico ambiental cuja pesquisa tem sido a base científica para posições políticas australianas na Reunião Consultiva do Tratado da Antártida, no que diz respeito aos impactos ambientais na Antártida, e Professora Virginia ST Ciminelli, membro da Academia Brasileira de Ciências, Academia Brasileira de Engenharia e da Academia Nacional Americana de Engenharia.
  • Um estudo de 2014 conduzido por Luiz Roberto G. Guilherme, Professor de Química do Solo e Toxicologia Ambiental da Universidade Federal de Lavras. “Biodisponibilidade de arsênio em uma área de mina de ouro no Brasil: por que é tão baixo?” (Arsenic 2014, proceedings book and Ono et al., Environ. Geochem. Health, 2011)

Apesar das evidências científicas, alguns meios de comunicação continuam a deturpar as conclusões e citar alegações infundadas e alarmistas que não têm base em dados científicos. Este ponto foi recentemente levantado pelos Professores Guilherme e Ciminelli, que corrigiram as reproduções errôneas e distorcidas de suas pesquisas em cartas públicas dirigidas ao município de Paracatu, que podem ser lidas aqui.

Como uma empresa de mineração responsável, a Kinross emprega um rigoroso conjunto de práticas e ferramentas de gestão voltadas para o meio ambiente e para a saúde humana. Estes incluem avaliações de impacto, planos de controle e monitoramento ambiental em parceria com a comunidade local de forma a assegurar a transparência do processo. Dados de desempenho ambiental são regularmente apresentado às agências reguladoras para fins de avaliação e monitoramento.

Estamos orgulhosos das fortes relações que construímos em Paracatu, e continuaremos a nos esforçar para ser um bom vizinho, e assim gerar um impacto duradouro e positivo por meio de parcerias nas áreas ambientais, de educação e de geração de trabalho e renda. Nosso compromisso com a proteção da saúde de nossos empregados e comunidades continuará a ser a nossa prioridade.